Na última terça-feira (14), durante uma live em seu canal oficial no YouTube, o bicampeão mundial de Free Fire e capitão do time mobile do Fluxo, Bops, fez uma análise completa das partidas do dia histórico em que sua equipe conquistou 6 booyahs em 6 quedas na FFWS BR (WB).
Mas além de exaltar o desempenho do time, o jogador também deixou uma crítica direta ao nível dos endgames do cenário brasileiro, comparando com o que é visto em torneios internacionais. Para Bops, as fases decisivas aqui no Brasil estão “vazias”, o que facilita para equipes como o Fluxo dominarem.
“É muito mais fácil dar booyah aqui”
Durante a live, Bops comentou que a puca quantidade de jogadores nos momentos finais das partidas no Brasil tem influenciado diretamente nos resultados. O capitão foi direto:
“No Brasil é muito feio se comparar os endgames das competições do Brasil com os lá de fora, aqui é muito mais vazio. É muito mais fácil dar booyah aqui, se posicionar… você não consegue treinar tanto.”
O jogador ainda explicou que, com apenas quatro equipes vivas e cerca de 16 jogadores no final de jogo, fica mais simples executar estratégias e controlar a safe.
Bops pede evolução do cenário brasileiro
Apesar das críticas, o capitão do Fluxo deixou claro que o comentário é um sinal de alerta, e não de desrespeito ao competitivo nacional. Segundo ele, a evolução do Brasil passa por endgames mais desafiadores e cheios, que realmente preparem os times para o cenário internacional.
“Temos que torcer para o nível do Brasil melhorar cada vez mais e os endgames ficarem cada vez melhores, com mais times vivos.”
A fala de Bops rendeu diversos debates na comunidade sobre a qualidade das rotações, controle de mapa e agressividade dos times brasileiros, que muitas vezes se eliminam cedo demais, deixando os finais de jogo previsíveis.
- E no vídeo de hoje, você vai ver: BOPS CRITICA END-GAMES WB ! CAUAN7 DISCUTE x BAK ! NODA DEIXOU RECADO BUTZIN ! GIO RESPONDE AMOROSO







